Há versos e há versões
Os fins não justificam os meios
Amores que não são vividos, morrem
O mesmo destino num outro vagão
Te acolhem na estação de chegada.
Todo o conteúdo postado aqui é de minha autoria, caso queira reproduzir algo entre em contato.
Minha poesia pela inspiração sofria
Por sua falta e pelo seu excesso
Minha poesia ardia na solidão e no amor
A poesia que era mais minha que da lira
Estacionou em minha vida
E na lida do dia a dia se lançou em amores e paixões vãs
Encarnou-se em outros corpos e verbalizando minhas ações
Destruiu tudo, tudo com seu afã
Vendo-se perdida no passado
Termina aceitando ser quem sou:
É que quando teus olhos batem na luz
E capto na minha retina a luz dos teus olhos
Percebo...
A serenidade, a luz, a luz, a luz
Corro para teus olhos
Querendo serenidade, a paz, a paz, a paz
Me transportas, fugimos, fingimos eternidade...
É que quanto teu calor bate sob minha pele
Lei 0 da termodinâmica
Eu sinto…
A proteção, teus braços, teus braços, teus abraços
Fecho meus olhos - ainda vejo os teus
Querendo amor, o teu, o teu, o teu
Me transformo, sou minha, sou sua, sou feliz.
Produto de pensamentos vagos ou não, cotidianidades, textos e contextos. Coisas. Ou segundo o Aurélio: [Do lat. consideratione.] S. f. 1. Ato ou efeito de considerar. 2. Importância dada a alguém; respeito, deferência, estima. 3. Reflexão, raciocínio.