Nunca tivemos uma data além da que anotei na minha agenda, o primeiro beijo. O primeiro toque. O primeiro amor à dois que vivi. Nunca comemoramos nada além dos feriados que inventei, a páscoa. Meu aniversário. O Natal. Um dia dos namorados.
Nunca nos familiarizamos para além dos dias que insisti, um almoço qualquer. A viagem. O jantar de natal. Um aniversário. Nunca sonhamos nada além do que você deixou: quatro filhas, um casamento, um compromisso e sua vida. Nunca vivemos nada além do que você quis: um namoro, um noivado, umas noites e aqueles adeus.
Nunca construímos nada para além do que forcei: uma relação, um anel, uma frigideira e uma passagem de avião. Nunca fingimos nada além do que fomos: infidelidade, imposição, luxúria, lágrimas, abraços, carência, ausências, compreensão, cumplicidade, amantes, cafunés e relógios quebrados.
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16 de agosto de 2016
20 de outubro de 2015
Vão existir pessoas que vão se aproveitar de você.
Elas vão querer seu amor, vão querer sua confiança, vão querer sempre mais e mais e mais de você...
Simplesmente dê.
Mas não o suficiente para esvaziar você, para mudar quem você é. Acho que o segredo é esse.
Elas vão querer seu amor, vão querer sua confiança, vão querer sempre mais e mais e mais de você...
Simplesmente dê.
Mas não o suficiente para esvaziar você, para mudar quem você é. Acho que o segredo é esse.
É fácil demais condenar as pessoas, odiar para se afastar, para ter
desculpas e facilitar o esquecimento do que você pode ter sofrido. É
mais fácil odiar a perdoar...
Mas esse ódio, rancor... só vai esvaziar mais você.
Se preencher de amor, fé, Deus, acho que o caminho é esse.
O mundo, as pessoas... existe tanta gente perdida, precisando de algo que as preencha... você pode ser uma dessas pessoas, pode ser vítima de uma dessas pessoas e você pode mudar uma pessoa como essa.
Neste último caso, não existe mudança se não há busca por mudança. Se não há um coração sincero para o arrependimento.
Não se iludir, acho que o importante é isso.
Mas esse ódio, rancor... só vai esvaziar mais você.
Se preencher de amor, fé, Deus, acho que o caminho é esse.
O mundo, as pessoas... existe tanta gente perdida, precisando de algo que as preencha... você pode ser uma dessas pessoas, pode ser vítima de uma dessas pessoas e você pode mudar uma pessoa como essa.
Neste último caso, não existe mudança se não há busca por mudança. Se não há um coração sincero para o arrependimento.
Não se iludir, acho que o importante é isso.
Ou você pode procurar por
conTEXTO,
crônica diária
30 de julho de 2011
Bom Dia
Tarde demais para dormir e cedo demais para estar acordada, deixo o agora acontecer.
Já tenho uma lista interminável de coisas para fazer: lavar, varrer, estudar, cozinhar, relaxar...
Abro as janelas e as portas para o dia, ligo o som preparo o espírito para o trabalho físico e canto e danço preparando o corpo para sentir cada gota de suor, cada contração muscular, cada calor e necessidade física a ser recebida com mais satisfação.
Bom dia ao dia, dizem os feirantes antes mesmo do sol.
Bem vindo o sol é o que dizem as aves, galos, bem-ti-vis.
Eu respiro, escrevo e sorrio para acreditar neles.
Já tenho uma lista interminável de coisas para fazer: lavar, varrer, estudar, cozinhar, relaxar...
Abro as janelas e as portas para o dia, ligo o som preparo o espírito para o trabalho físico e canto e danço preparando o corpo para sentir cada gota de suor, cada contração muscular, cada calor e necessidade física a ser recebida com mais satisfação.
Bom dia ao dia, dizem os feirantes antes mesmo do sol.
Bem vindo o sol é o que dizem as aves, galos, bem-ti-vis.
Eu respiro, escrevo e sorrio para acreditar neles.
7 de julho de 2011
Uma brisa em dois mil e dez
Estou ouvindo Paralamas do Sucesso, "sigo palavras e busco estrelas o que é que o mundo fez pra você rir assim Pra não tocá-la melhor nem vê-la... Você sempre tão distraída passa e não vê..." tem passarinhos cantando junto.
Uma leve brisa toca meu rosto, refresca-o do sol que bate levemente na maçã do meu rosto... Já deve ser 14:30 é sábado e tenho faxina para terminar.
O sol está forte, meus cabelos mesmo presos não diminuem o calor que sinto... Mechas dele balançam com a brisa e colam em minha face já com suor. Meus pensamentos vagueiam. Meu cachorro testa os limites da minha ordem. Meu telefone não toca. A música mudou "e tudo muda, adeus velho mundo Há um segundo e tudo estava em paz Cuide bem do seu amor, Seja quem for..."
Queria poder te fazer sentir esse meu momento, o silêncio, a brisa, o calor, será que você sentiria como me sinto? Será que ao menos entenderia como me sinto? Será, se eu falasse?
Janai.
Uma leve brisa toca meu rosto, refresca-o do sol que bate levemente na maçã do meu rosto... Já deve ser 14:30 é sábado e tenho faxina para terminar.
O sol está forte, meus cabelos mesmo presos não diminuem o calor que sinto... Mechas dele balançam com a brisa e colam em minha face já com suor. Meus pensamentos vagueiam. Meu cachorro testa os limites da minha ordem. Meu telefone não toca. A música mudou "e tudo muda, adeus velho mundo Há um segundo e tudo estava em paz Cuide bem do seu amor, Seja quem for..."
Queria poder te fazer sentir esse meu momento, o silêncio, a brisa, o calor, será que você sentiria como me sinto? Será que ao menos entenderia como me sinto? Será, se eu falasse?
Janai.
14 de abril de 2011
Caminhos
Estava a algum tempo pensando em escrever sobre isso, porém esta vontade atenuou-se quando voltava de uma caminhada...
Caminho sempre com passos curtos, rápidos... ás vezes leves, ás vezes firmes... depende do terreno. Terreno que pode ser de areia; concreto; estreito... mas não é da geografia superficial da terra que quero falar muito menos de um melhor rendimento da caminhada. Como escolhemos o caminho que percorremos é o que interessa, como usufruimos do percurso, das possibilidades, da forma como compreendemos as escolhas de cada caminho... e sempre a possibilidade de voltar.
Muitos fenômenos, situações podem ser compreendidas de detalhes para um grande grupo, é assim com as pesquisas. Fazendo analogias mentalmente, o simples fato de sair de casa, ter um objetivo em mente e caminhar até ele trás consigo grandes representações também.
Ao sair de casa conferimos o clima, a hora, pensamos no que pode acontecer se sairmos nessas condições, quem podemos encontrar e daí a melhor parte, o melhor caminho para a dada situação¹. Chegar rápido, curtir a paisagem, dedicidir o caminho no caminho, sair já em atrasdo... O ruim desta opção é não estar aberta aos novos acontecimentos, o mundo não é estático e o que está a sua volta ás vezes é maior que o seu pensamento! Andar rápido, ter pressa te priva de aproveitar uma brisa a mais daquele dia mormaço; de olhar para as pessoas, sorrir para um desconhecido, enxergar a beleza do "pouco".
Sair sem motivos, andar despreocupado demais é uma opção que não indico, ao menos não como filosofia para TODA uma vida, ter em mente que devemos concluir a caminhada é fundamental... mesmo que não a concluamos.
A vida, as escolhas que fazemos nos trazem infinitos caminhos a seguir podendo nestes haver bifurcações, bequinhos, atalhos, becos sem saída. Podemos passar por ruas desertas, suntuosas, miseráveis, lugares que não imaginávamos passar... Mas por um atalho, uma parada para informação, para conversar, modifica todo o resto do caminho, todas as possibilidades... Uma decisão não anula outra, modifica-a.
Há mais coisas a serem ditas, talvez o sono, talvez o esquecimento, talvez cenas para o próximo capitulo ou melhor, linhas para um próximo post.
Até mais e caminhe pela sombra, não esquecendo de aproveitar a beleza da caminhada.
¹Talvez essas reflexões façam sentido apenas para mim. Sou altamente preocupada com isso, otimizar situações. hahahahá E não é tão paranóico (quanto parece) para os tranquilões de plantão.
Caminho sempre com passos curtos, rápidos... ás vezes leves, ás vezes firmes... depende do terreno. Terreno que pode ser de areia; concreto; estreito... mas não é da geografia superficial da terra que quero falar muito menos de um melhor rendimento da caminhada. Como escolhemos o caminho que percorremos é o que interessa, como usufruimos do percurso, das possibilidades, da forma como compreendemos as escolhas de cada caminho... e sempre a possibilidade de voltar.
Muitos fenômenos, situações podem ser compreendidas de detalhes para um grande grupo, é assim com as pesquisas. Fazendo analogias mentalmente, o simples fato de sair de casa, ter um objetivo em mente e caminhar até ele trás consigo grandes representações também.
Ao sair de casa conferimos o clima, a hora, pensamos no que pode acontecer se sairmos nessas condições, quem podemos encontrar e daí a melhor parte, o melhor caminho para a dada situação¹. Chegar rápido, curtir a paisagem, dedicidir o caminho no caminho, sair já em atrasdo... O ruim desta opção é não estar aberta aos novos acontecimentos, o mundo não é estático e o que está a sua volta ás vezes é maior que o seu pensamento! Andar rápido, ter pressa te priva de aproveitar uma brisa a mais daquele dia mormaço; de olhar para as pessoas, sorrir para um desconhecido, enxergar a beleza do "pouco".
Sair sem motivos, andar despreocupado demais é uma opção que não indico, ao menos não como filosofia para TODA uma vida, ter em mente que devemos concluir a caminhada é fundamental... mesmo que não a concluamos.
A vida, as escolhas que fazemos nos trazem infinitos caminhos a seguir podendo nestes haver bifurcações, bequinhos, atalhos, becos sem saída. Podemos passar por ruas desertas, suntuosas, miseráveis, lugares que não imaginávamos passar... Mas por um atalho, uma parada para informação, para conversar, modifica todo o resto do caminho, todas as possibilidades... Uma decisão não anula outra, modifica-a.
Há mais coisas a serem ditas, talvez o sono, talvez o esquecimento, talvez cenas para o próximo capitulo ou melhor, linhas para um próximo post.
Até mais e caminhe pela sombra, não esquecendo de aproveitar a beleza da caminhada.
¹Talvez essas reflexões façam sentido apenas para mim. Sou altamente preocupada com isso, otimizar situações. hahahahá E não é tão paranóico (quanto parece) para os tranquilões de plantão.
23 de novembro de 2008
Sabe quando nós crescemos?
Não é a mudança da infância-adolescência, essa acontece que nem se percebe, mas não é a mudança adolescência-"adultice"... É esse meiozinho, quando não somos adolescentes "umbilico-existentia", mas não estamos totalmente inseridos de responsabilidades e ainda não estamos respondendo totalmente pelo que fazemos (por mais que pudessêmos fazer) e sim quando sabemos do contexto da vida: Você, família, amigos (colegas, conhecidos, inimigos...), cidade/mundo, sonhos versus realidade, planos num futuro incerto.
Quando era criança minha maior luta era com os horários! Horários que me não me deixavam brincar mais uma vez, horários que me faziam jantar ao invés de estar na rua com meus amigos. Ah, e os amigos, amigas! Amigos de brincadeiras, amigas para a vida! Amigos e amigas que passaram e que não falam, que estão e ficarão. Amigos que admiro, amigas que me fazem feliz e que estão comigo para o futuro.
Falando em futuro, sim este futuro que no passado nem imaginava, mas que repetiria em algumas coisas, ainda tinha minhas lutas com os horários... Mas eram mais complexos, eram muitos horários. Horários para sair de casa, minutos para chegar ao colégio, os mesmo minutos que me acompanhavam na ida eram os mesmos que me traíam e me impediam de entrar em sala. Horários... horário de sair à noite, o tempo que perdia na noite, os mesmos minutos traídores que me acompanhavam até em casa. Hoje o futuro de ontem; ontem, meu futuro de infância.
Meu presente de hoje, é o futuro de ontem. Hoje, o que dizer? Nada, quando o futuro do meu presente de hoje vier comento alguma coisa, mas agora... Agora preciso vive-lo, resolve-lo e construi-lo.
Se assim, Deus permitir.
21 de novembro de 2008
Texto avulso 3: Meu cachorro, meus reflexos e os instintos.
Não, isso não é um título de uma crônica. Mas uma reflexão, nem um pouco cientifica. Simplesmente a visão de uma pessoa leiga* (no caso, eu) sobre a evolução humana, mas é claro que esse texto será muito vago... Mas prosseguirei... tenho uma chave amarrada em um fio que por sua vez, está amarrado em uma das minhas mãos. Segurando o fio onde está a chave a uma certa altura do meu rosto de modo que não encoste em nele ao ser soltada. Daí é isto que faço, solto a chave (amarrada no fio, é claro). Solto a chave e meus olhos fecham, ótimo, isso é um reflexo, mas penso que minha mente tenha noção que a chave não bateria em meu rosto. Me concentro nisso. Mas, por mais que me concentrasse nisso, meus olhos sempre se fechavam ao se aproximar a chave, considerei isso instinto. Perco um pouco mais de tempo pensando sobre isso e percebo meu cachorro... ele chega perto de mim mas o ignoro. Não olho para ele, mas quando olho para ele, ele retribui o olhar, parei e pensei... Porquê*? Porque meu cachorro me olha nos olhos? Sei que não é sempre, nem sei se seria impressão minha... Mas levando em conta que não seja, levando isso como verdade. Qual seria o significado dos olhos para ele? Talvez os olhos sejam apenas mais um algo, ou seja algo.
Os olhos transmitem nossas desconfianças, para um animal é uma afronta* encarar... Se ao menos eles tivessem a capacidade de ler expressões faciais... mas não. Alguma idéia?
*LEIGA(o): [Do lat. laicu, por via popular.] ADJ. 3-Fig. Que é estranho ou alheio a um assunto; desconhecedor.*Porquê, porque, por que, por quê: não sei bem qual usar.
*AFRONTA: [Dev. de afrontar.] 2. Desprezo ou injúria* lançado em rosto; ofensa, ultraje*.*injúria: [Do lat. injuria, 'injustiça', 'afronta', 'dano', 'lesão'.] S.F. - 3. Ato ou dito ofensivo a alguém; agravo, insulto.
*ultraje: [Do fr. outrage, ant. oltrage.] S. m. - 2. Insulto, afronta, ofensa extremamente grave. [A boa grafia seria ultrage.]
Os olhos transmitem nossas desconfianças, para um animal é uma afronta* encarar... Se ao menos eles tivessem a capacidade de ler expressões faciais... mas não. Alguma idéia?
*LEIGA(o): [Do lat. laicu, por via popular.] ADJ. 3-Fig. Que é estranho ou alheio a um assunto; desconhecedor.*Porquê, porque, por que, por quê: não sei bem qual usar.
*AFRONTA: [Dev. de afrontar.] 2. Desprezo ou injúria* lançado em rosto; ofensa, ultraje*.*injúria: [Do lat. injuria, 'injustiça', 'afronta', 'dano', 'lesão'.] S.F. - 3. Ato ou dito ofensivo a alguém; agravo, insulto.
*ultraje: [Do fr. outrage, ant. oltrage.] S. m. - 2. Insulto, afronta, ofensa extremamente grave. [A boa grafia seria ultrage.]
Mais uma linha avulsa...
Andando pelas ruas. Sons, carros, motos...
Ah! E as pessoas e seus pagodes. Como?
Andando pelas ruas, sons: pagode; carros: na contra-mão; motos: buzinam.
Ah! E as pessoas... Lá estão elas, correndo nos seus carros, buzinando suas motos, ouvindo seus pagodes. Não separe pessoas de seus meios locomotivos. Mas separe as pessoas de seus meios auditivos (mas eu não fiz isso).
Xinguei, me aborreci, desejei o mal... tudo dentro de mim, no pensamento, mas de qualquer forma fiz.
Mas o que posso fazer? Não é justo, no meio da praça, no meio do fim de semana, no meio da tarde.
Ah sim, e mais pagode. Não sendo ao vivo, não sendo bom, não tendo boas letras. Alto volume, cervejas e homens ouvindo, cantando, se divertindo.
Não é justo.
Estava apenas de passagem, apenas olhando e não gosto de pagode.
Ah! E as pessoas e seus pagodes. Como?
Andando pelas ruas, sons: pagode; carros: na contra-mão; motos: buzinam.
Ah! E as pessoas... Lá estão elas, correndo nos seus carros, buzinando suas motos, ouvindo seus pagodes. Não separe pessoas de seus meios locomotivos. Mas separe as pessoas de seus meios auditivos (mas eu não fiz isso).
Xinguei, me aborreci, desejei o mal... tudo dentro de mim, no pensamento, mas de qualquer forma fiz.
Mas o que posso fazer? Não é justo, no meio da praça, no meio do fim de semana, no meio da tarde.
Ah sim, e mais pagode. Não sendo ao vivo, não sendo bom, não tendo boas letras. Alto volume, cervejas e homens ouvindo, cantando, se divertindo.
Não é justo.
Estava apenas de passagem, apenas olhando e não gosto de pagode.
Mudando de linha por um texto...
Quem sou eu, porque sou como sou... Bem, eu não existo! Se não existo logo não penso. Mas se penso existo! Mas se meus pensamentos são frutos de pensamentos de outrem, são meus pensamentos?
Se ajo de uma forma as conseqüências são minhas, minhas atitudes são baseadas no meio em que vivo, o meio em que vivo me condena. Logo se condenam?
No princípio (era das cavernas), a partir de quando começaram a surgir as atitudes pensadas? Instintos todos temos, mas pensar para agir é moderno... Mas do instinto ao calculismo. Onde a ponte foi cruzada?
Voltando para nossos tempos, voltando para mim, ajo vejo que sou produto dos meus pais, mas não quero! Ajo de forma diferente, mas termino achando que o que acho certo é como meus pais acham. Eu penso:_Não! – gostaria de que minhas atitudes fossem minhas e concordar com meus pais não segue meu objetivo...
Então o que fazer? Ser “rebelde” e ir de encontro ao que eu não quero parecer e por fim ser igual? Ou ser igual de hoje em diante e tentar dissolver certas atitudes dos meus pais? Doce dúvida.
Se ajo de uma forma as conseqüências são minhas, minhas atitudes são baseadas no meio em que vivo, o meio em que vivo me condena. Logo se condenam?
No princípio (era das cavernas), a partir de quando começaram a surgir as atitudes pensadas? Instintos todos temos, mas pensar para agir é moderno... Mas do instinto ao calculismo. Onde a ponte foi cruzada?
Voltando para nossos tempos, voltando para mim, ajo vejo que sou produto dos meus pais, mas não quero! Ajo de forma diferente, mas termino achando que o que acho certo é como meus pais acham. Eu penso:_Não! – gostaria de que minhas atitudes fossem minhas e concordar com meus pais não segue meu objetivo...
Então o que fazer? Ser “rebelde” e ir de encontro ao que eu não quero parecer e por fim ser igual? Ou ser igual de hoje em diante e tentar dissolver certas atitudes dos meus pais? Doce dúvida.
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